Que não é mais capa, está nas entrelinhas
É um drama grego, obsoleto
É como desenho,
aos poucos se desfaz
Como nuvem espessa, mancha de batom
Com o tempo jaz...
Guilherme de Burglen era conhecido como um
especialista no manejo da besta. Na época, os imperadores lutavam pelos
domínios de Uri e,
para testar a lealdade do povo aos imperadores, H. Gessler, um governador austríaco
tirano, pendurou num poste um chapéu com as cores da Áustria, numa praça de Altdorf. Todos que por lá passassem teriam
de fazer uma vénia como prova do seu respeito. O chapéu era guardado por
soldados que se certificariam que as ordens do governador fossem cumpridas.
O filho de Guilherme foi atado a uma árvore,
e a maçã foi colocada na sua cabeça. Contaram-se 50 passos. Tell carregou a
besta, fez pontaria calmamente e disparou. A seta atravessou a
maçã sem tocar no rapaz, o que levaria a população a aplaudir os dotes do
corajoso arqueiro.
Mas a maçã é "bicho traiçoeiro" e eis que lá vem ela nos atacar de novo, como na história da Branca de Neve e nos fazer envenenar, usando um nome que eu sempre desconfiei (Hades, em grego significa inferno) e queimando a goela e a boca das pessoas, fazendo-se passar por suco de maçã, mas no fundo era um detergente..E tudo bem que a maçã é tida como um alimento "detergente", assim como a cenoura, a cebola e a pera, mas não precisava levar isso tão a sério!