Pesquisar neste blog

No mundo

janeiro 21, 2015

A cabeça que fica "tatatatatatata"

Não gosto de extremos, mas muitas vezes sou extremista, confesso. Sou egoísta, porém nem mais nem menos que todos. Já passei da fase das indiretas, comigo é face to face ou no máximo só observo. Quando me dá na telha sumo, fico aqui no meu canto, só em mim, com minhas mazelas e rabugices q só eu me aguento. Prefiro ser elegante em dizer adeus que ir até a última gota, porque afinal de contas, a minha essência é a felicidade e gente feliz não enche  o saco. Isso é mais certo que dois e dois serem quatro. É claro que o medo vem, a carência e a birra também, como se eu fosse uma criança de dez anos. Tenho aprendido a encontrar a hora certa de parar, tenho aprendido até a me declarar... E sou dessas- aprecio as boas intenções, apesar de saber que o inferno anda cheio delas. Mas antes de acreditar  nos outros preciso acreditar em mim, no que eu sou principalmente. Bom, pq estou escrevendo isso tudo?? Pq eu sei q comigo às vezes a porrada estanca, sou intensa, mas também doce, amiga e fiel. Acredito q relações são difíceis, mas não gosto de perder amizades, porque as respeito como o ar que respiro. No mundo vc pode não ter muita coisa, mas se  tem amigos, você tem tudo. Foi-se o tempo que eu falava muito de mim,  às vzs até escrevo aqui, como agora, meio sem pensar muito que no fundo tem um pouco mais de 200 pessoas passando os olhos, sequer lendo ou quem sabe até se identificando e no fundo no fundo eu só queria dizer uma coisa: reconhecer seus próprios erros é sublime, perdoar mais ainda.

Nenhum comentário:

Postar um comentário