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No mundo

outubro 28, 2012








Rede Social

      As  antigas “fifis” da janela agora estão “informatizadas”. Elas agora abrem suas  janelas  virtuais e apoiam seus cotovelos nas mesinhas do teclado. E dali não só observam a vida dos outros, mas principalmente fazem o de antes e o de sempre: fofocas.
    Os criminosos, como pedófilos e estelionatários, agora não precisam mais mostrar seus rostos para aplicarem seus golpes e fazerem suas vítimas, porque  agora eles o fazem pela internet. Acessam contas, seduzem homens, mulheres e crianças  e conseguem seus números de contas, seus endereços, seus corpos, suas vidas.  As mulheres casadas e carentes, assim como os homens infiéis não precisam mais sairem de suas casas e levantarem suspeitas. Eles traem dentro do seu próprio lar  enquanto seus cônjuges dormem...
   Definitivamente nossa vida não anda mais por um fio e sim por um click. E poderíamos enumerar milhares de situações e controvérsias que não só as redes sociais, como a internet em geral apresentam frente à uma sociedade rendida e entusiasmada.
   No que se refere apenas às redes, certamente há vantagens e gratas surpresas em reencontrar velhas amizades ou quem sabe poder ser “amigo” do seu ator preferido e saber o que o professor carrancudo da sua escola anda fazendo nos fins de semana. Porém não há muito o que falar, discutir ou conjecturar sobre aspectos psicossociais que inserem-se nesse contexto. Há a dura realidade de que o advento da internet e redes sociais se resumem em uma frase: “ A interatividade selvagem encurtou  as distâncias físicas e a privacidade e a rotina da convivência diária infelizmente distanciou as pessoas.”


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