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No mundo

agosto 08, 2010

Minha adorável fluoxetina- Acróstico


Meu maior medo é quando insistes em me querer
Incessantemente eu em te buscar
Nada nos detém , meus métodos próprios tornaram-se ineficazes
Hipocondríaca e feroz por ti: Um amor bizarro
Afinal de contas por vezes fizeste-me chorar...
Argumentos falidos e preconceituosos contra ti ,mas
De uns tempos para cá tens sido chamada “ A pílula da felicidade”
O que concordo em até certo ponto: complexidades
Reais de quem não só a tem para fins estéticos
A tua receita é meu melhor croqui, delicio-me lendo-a
Variantes de efeitos colaterais e reações adversas
Exacerbadas e supervalorizadas por uma mente quase “brilhante”
Luto enfadonhamente contra uma amiga infiel e faceira
Floquinha, cloridrato, prozac ou daforin, seja qual for seu codinome
Luta é incessante e gradual em diminuir tuas doses
Um misto de amor e ódio, heterogêneos e amistosos
Ou quem sabe paralelos que vez ou outra persistem em se encontrar?
Ximangos e urubus povoam minha mente quando não estou contigo
Estaparfudio é este acróstico e escrever isto é prova fiel que preciso de você
Tenho paúra de ti
Insisto em te deixar
Não quero exaustão em te usar
A não ser que morramos juntas

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