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No mundo

agosto 11, 2010

Falando de Educação; vote consciente!



Estamos em ano eleitoral e sem querer fazer média ou apologia a algum partido ou candidato quero expressar aqui minha indignação perante alguns elementos essenciais à sociedade e que estão em déficit com o povo brasileiro. Em questão, a educação é sempre uma vertente constante e que necessita de medidas drásticas.
Apenas cumprindo meu papel de cidadã e mãe que sou quero escrever um pouquinho sobre o que acho não só fundamental-acho vital ao ser humano.

A escola sempre desenvolveu papel importantíssimo na educação do discente, assim como o professor. Ambos formam um núcleo base para que haja ensino/aprendizagem. Não só hoje como sempre, acho eu, a educação brasileira encontra-se em período crítico. Algumas coisas melhoraram, mas seria o suficiente para afirmarmos categoricamente que estamos realmente educando as crianças e jovens?Poderíamos até dizer que encontramo-nos em um período de transição, quem sabe, mas a verdade é que a desigualdade e exclusão social são vertentes significativas que impedem a conclusão deste ensino e da aprendizagem em questão.
Poderíamos então discorrer sobre vários fatores que contribuem para este desnível: falta de recursos financeiros e empreendimento em escolas, em boa e digna estrutura familiar e principalmente- não existe primeiro plano por parte das autoridades.
Quando falamos em "transição" é porque sabemos que felizmente existe uma lei de diretrizes e bases que assegura este direito aos professores e dever para com a sociedade. Percebe-se que existem inúmeros dados que denotam esta transição, como didática atualizada, relacionamento professor/aluno se globalizando, "ensino bancário" em decadência, preocupação com o bem estar físico-sócio-econômico e cultural do aluno. Mas faltam verbas!
Portanto queridos, estamos à frente de mais uma chance de mudar isso. Em nome de seus filhos, nossas crianças, nossa nação querida. Votem consciente!

Um comentário:

  1. Oi, Elaine. Concordo absolutamente com você. Acho também que a perspectiva do ensino precisa de uma reviravolta radical. Ele hoje está muito mais voltado para o mercado do que para a formação humana. Um e outro são neessários, mas o lado humano tem sido relegado assustadoramente. A sensação é a de que a escola virou mais um centro de treinamento do que de formação integral do ser. As exigências desse mundo rápido, que tudo tem que ser rápido não tem permitido muitas reflexões e a escola que tinha um papel preponderante, vai perdendo seu espaço. A família também um tanto desestruturada, não caminha mais lado a lado com a escola nesse processo. Está mais é uma jogando a responsabilidade sobre a outra, em vez de assumi-la juntas como já foi há um tempo atras. Abraços. paz e bem.

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